sexta-feira, 22 de setembro de 2017




PESSOAL, AI ESTÁ MAIS UMA MATERIA DA MEL. CADA DIA ELA FICA MAIS SENSÍVEL E O SENTIMENTO AFLORA DE UMA MANEIRA QUE EMOCIONA. EU ENTÃO!...


MEU POETA, MINHA RAZÃO DE VIVER

Amor, as coisas ficaram muito complicadas por aqui. Nossa liberdade está em risco. Quando vim de Recife e desci na rodoviária, junto com o Carlos já havia uma multidão me esperando. Pense numa situação difícil. Todos queriam me abraçar, falar comigo, saber como estava e muito principalmente saber sobre você. Foi um sufoco. Queriam saber tudo!... como te conheci, como você é, o que você faz, se vai mesmo casar comigo,  tudo, tudo, em detalhes. Foi complicado pra gente sair, ficavam na frente do carro e saíram seguindo a gente tocando no carro. Meu Deus!.. Fui visitar amigos na cidade e foi outra correria. Por onde passava se repetia a mesma coisa. Por isso te falei que as formigas viraram celebridade, o Carlos quem tinha me falado, agora já sei porque. Vão na fazenda pra saber de tudo e querem conhecer o local onde ficamos e nos enamoramos. Como pode amor!... você mudou nossa rotina e acabou nossa tranquilidade. Até Painho está tendo dificuldade para cuidar da fazenda. Chega gente toda hora querendo saber dos acontecimentos. Quando cheguei ontem, por volta de 15;00 horas, já tinha um monte de gente me esperando, até o Prefeito da cidade já esteve aqui com Painho pra saber do ocorrido. Pra eles você é uma pessoa do outro mundo. Nossa!... não entendo isso!... você é tão simples, tão humilde e pensam que você é um cara que vive cercado de seguranças.  Eu estou sem saber o que fazer. Até pra ir na cidade vai ser complicado agora.  Quanto ao nosso casamento, Painho me falou rapidamente que não vai mais ser feito na paroquia da cidade, devido o espaço e a quantidade de gente que tem nos procurado. Será que você acredita, tem gente vindo com Mainha querendo saber o que estou precisando. Tem até um politico que já se ofereceu para custear nossa lua de mel na Europa. Kkkkkkkk... não me vejo sendo essa pessoa. Prefiro ir conhecer as cataratas. Olha só amor, o Prefeito esteve aqui com o padre e falaram com Painho, eles estão achando melhor fazer o casamento aqui na fazenda,  eles montam um palanque para realização de uma missa campal. Acham que vai ser um alvoroço, todos querendo participar do evento. É muita gente vindo aqui na fazenda pegar informações. Acho que você mudou a rotina desse interior onde só ouvíamos o canto do grilo e dos pássaros. Aqui na fazenda virou armazém. Quem vem aqui traz alguma coisa. É peru, é capão, é cabrito capado, e outros animais, pra nosso casamento. Painho e Mainha estão sem saber o que fazer. Nunca viveram num ambiente assim. De repente tudo mudou e passaram a ter de conviver com gente nunca visto antes e dando informações que não conhecem.  Apenas Mainha sabe mais de você. Quando ela morou na casa da tua mãe, na época de estudante em Campina, ela via seus escritos que D. Eudocia guardava com todo carinho e falavam muito sobre você, que já morava em Manaus.  Mas Painho!... Painho só sabe o que Mainha conta.   Bem amor, eu quero que você me fale como vamos fazer os arranjos do meu vestido e o que você quer que a gente faça pra festa, afinal você é o ator principal, eu sou sua coadjuvante, louca pra viver esse momento magico. 

Sabe aquela senhora que veio aqui, te abraçou e disse: “ ah se eu fosse nova, ia tomar esse coroa”. Kkkkkk...  ela veio aqui ontem a noite, me abraçou, me desejou muita felicidade e chorou tanto...ela me falou assim: “você ganhou um anjo abençoado que vai te dá um casal de filhos. Aonde esse ai põe os pés até a terra o reverencia”.  Não entendi  amor!... ela é semi analfabeta, de onde tirou isso?... – Olha só, D. Hilda, anda muito preocupada com você, por causa desses problemas ai de Manaus. Ela não me falou exatamente o que é, nem o que aconteceu por ai, mas, ela ora toda noite por você e pede proteção.  Amor por favor, vem logo. Eu preciso muito de você ao meu lado. Era difícil viver pensando em você sem nunca ter te abraçado, beijado, sentido o teu calor... imagina agora depois que senti tudo isso. Ficou difícil de dormir abraçando o travesseiro, fingindo que é você. Só eu sei como é difícil. Beijos meu poeta amado, você é a razão da minha vida.




AI, AI, AI. DEPOIS DESSA O QUE VOU ESCREVER?...


Mel, você tira minha inspiração. Choro tanto com teus escritos que fico sem rumo para escrever. Nem sei o que vou te falar, você está se saindo tão bem, que está ofuscando meus artigos. Vou ter que aprender com você, para melhorar os meus escritos. – Minha princesa, eu fico lisonjeado pelo calor do povo que admira o nosso trabalho, mas, por favor, fala pra essa gente que também somos caipira como eles. Fala que fui garoto pobre, sofrido, nascido na roça como a maioria deles, que estudou, lutou e saiu do mundo da ignorância e que não sou nada disso que eles pensam. Sou simples e humilde como eles são. Isso é o fato da gente viver fora, que leva a isso. Bebezona, não deixe de ir a cidade. Vá e se junte ao povo, mostre que não somos celebridades e que se um dia a gente conseguir essa façanha, ainda assim, seremos simples e humildes. Mostre-lhes, que somos gente simples como eles são. Eles vão nos admirar e aprenderão conviver com a gente sem essa de seguranças, cerca de jurubeba, etc. Abrace, cumprimente cada um que estiver a tua frente. No começo é assim, depois vão acostumar. - Em relação a organização, isso fica com vocês. O teu vestido de casamento e demais arranjos, procura fazer tudo bem simples. Se possível faz uma festa caipira. Nós somos caipira, então pra que inventar coisas. Vamos viver nosso dia a dia, nossa realidade. Fala ao Zeca, pra não cair nessa de gastar pra fazer um casamento. Vamos fazer tudo  dentro da nossa realidade. Quanto aos políticos que se aproveitam de tudo, por favor não aceitem presentes pra nosso desfrute, principalmente pra gente viajar. Se quiserem doar alguma coisa para benéfico do projeto da fazenda, ai sim tudo bem, porque será para uso coletivo da população. Vamos fazer tudo dentro de nossas possibilidades. Se você quer ir conhecer as cataratas, nós vamos. Vamos de avião, de ônibus, de jegue, de bicicleta, mas, vamos com nosso suor. Quanto a realização ai na fazenda, adorei a ideia. 


Assim o local já vai sendo preparado para o projeto turístico. Fala ao Zeca para aproveitar o momento e pedir ao Prefeito para dar uma melhorada na estrada, fazer uma piçarra boa, etc. Disso ai ele já pode tirar proveito, porque já vai servir ao projeto. O Prefeito precisa sim ajudar nisso, afinal, o município vai se beneficiar de tudo. O turismo vai trazer outras fontes de renda e empregos. Olha só bebe, eu sei da tua saudade e eu também sinto, mas, não posso largar tudo aqui e sair assim. Só mais um tempinho e viveremos esse momento que você tanto sonha. Apenas tenha um pouco de calma e paciência. Vai preparando nosso quarto ai na fazenda, desta feita a rede vai ficar em segundo plano. O vuk vuk agora vai ser pra valer, não temos mais o que esconder. kkkkkkkk... encontrou o pau do tenente por ai?..kkkkkk.... Vê se pega leve quando escreve, você me leva as lagrimas, ai fico sem inspiração para escrever legal pra você. De qualquer forma, estou gostando de vê você soltando o lado literário que não conhecia. Achava que eras a caipira que gostava apenas de cantar. Que nada!... você é uma grande escritora. Continue exercitando. Tenta escrever algumas poesias também, com certeza vai conseguir colocar nos versos, essa beleza de pessoa que você é,  e expressar esse amor contido dentro do teu coração. Amor, fala ao Zeca e a Lucia, que mando um forte abraço. No Carlos um puxão de orelhas. Beijos amore. (Escreva mais e mais)



quinta-feira, 21 de setembro de 2017




HOJE É O DIA DA PAZ 

Neste momento, quero pedir ao meu SENHOR, para que ilumine todo ser humano de coração rude, estupido, agressivo, egoísta, que não faz sua parte para se construir um mundo melhor. SE CADA UM FIZER UM POUCO, COM CERTEZA AJUDAREMOS MUDAR O MUNDO. O grande problema é que a grande maioria, só pensa em si, em destruir a natureza, acabar com o seu semelhante, distribuir aquilo que ele não quer pra si, mas que, investe contra a dignidade dos outros.

 VAMOS REFLETIR?... veja o que você tem feito. Veja se o que você fez, anda fazendo, é o que você quer dentro de sua casa, dentro de sua família. Não vamos tratar os menos favorecidos como se fossem o lixo social, quando você é esse lixo e transforma àqueles que têm dignidade no seu monturo. Não se sinta envergonhado de sua obra suja, que você usava como faxada para mostrar uma falsa bondade. Procure corrigir o que fez de errado, e ajudar a quem você destruiu. Isso sim, é um ato de grandeza. Acerte os seus erros, enquanto ainda dá tempo, eis que, chegará a hora que suas vitimas se voltarão contra você e daí, não haverá mais tempo para consertar. - Zedival Poeta





AOS AMIGOS QUE VEEM ACOMPANHANDO A HISTORIA DA MEL, EU VOS PEÇO, LEIAM O ARTIGO QUE ELA ESCREVEU E TENTEM NÃO CHORAR. EU COMO SOU UM CHORÃO, NÃO ME DETIVE E AS LAGRIMAS QUASE AUMENTARAM AS ÁGUAS DO RIO AMAZONAS. vejam ai.

MEU AMOR MEU POETA

Como te falei ontem, já estou liberada do tratamento, só vou ter consulta agora final de outubro. Nesse caso, vou deixar a acolhida da D. Hilda, e vou voltar pra casa dos meus pais. Quando você vier, você vai lá, o papai quer muito falar com você, sobre aquela ideia do projeto turístico que você colocou na cabeça dele. Ele quer inclusive que você tome a frente de tudo. Amor, eu estou com muita saudade. Em relação as formigas...kkkkk... ah!... elas já viraram celebridade e agora não iremos mais colocar veneno e sim alimenta-las. A fazenda vai sim, ter o projeto turístico que você sonhou e falou ao papai. Eu estou muito preocupada com você. A minha desconfiança em relação a você está com outra ai em Manaus, se deve a sonhos que tive, onde via você tentando se aproximar de uma garota branca, muito nova, onde só via ela de costas pra você e pensando em te fazer mal.

Amor, por favor, larga tudo isso, deixa com teus filhos e vem embora. Você não vai precisa de nada disso. Com seu escritório, o Delivery e a Editora dar da gente viver tranquilamente. Depois você faz com o papai o projeto turístico da serra/fazenda e vamos viver nossa vida sem pensar grande como você pensa. Eu só quero ser feliz ao teu lado, não quero essa vida que você tanto fala de andar o mundo e ser uma grande celebridade, um escritor famoso. Não, eu não quero isso. Eu quero apenas constituir uma família com você e ser feliz. Acho que não vale a pena você deixar de viver e se matar trabalhando. Pra que?... não!... vamos, pense nisso e venha embora, eu te peço por favor, venha embora, eu te amo. Beijos da sua Melquicia Azevedo (MEL).


Minha Doce Mel
Seu escrito me levou as lagrimas, me emocionou demais . SEI QUE VOCÊ É UMA GRANDE GAROTA, sei também que você não pensa grande, a sua grandeza é espiritual e quem vive na espiritualidade não pensa nas coisas materiais. Só quero que você entenda, que cada um tem uma missão na sua vida. Eu vou tentar sim, voltar o quanto antes, só tenha um pouco de calma. Fala ao Zeca, pra ele ir arrumando a firma para começar elaborar o projeto turístico. O nome da firma pode ser mais ou menos assim: MEL EMPREENDIMENTO TURISTICO LTDA. –ME – isso é um exemplo, ele pode colocar o nome que ele quiser. E os sócios, pode ser ele e a família. O contador sabe do resto. Quando eu chegar ai, a gente vai andando com o projeto.


Bebezona, fique tranquila, eu não quero mais ninguém na minha vida, apenas você. Espero que meu Senhor, me dê muitos anos ao teu lado e que possamos ver nossos filhos crescerem. Você viu ontem as brincadeiras da Rita Sueli?..kkkkkkkk... ri tanto que fiquei com dor da historia do pau do Tenente, nem sabia que existia isso. Essa Rita é o maior barato, ela quer te conhecer. Acho que vão passar fim de ano com a gente em Recife. De resto, só quero que você tenha paciência e calma, logo, logo, chego por ai, pra gente curtir a lua de mel. Ah!.. vamos pra onde?... Natal, Salvador, Rio ou Paraguai conhecer as cataratas?... pensa ai e me fala pra ficar de olho nas promoções de passagens. – Me fala se na fazenda já está entrando bem a rede da Tim. Se não tiver, quando você for a cidade me liga que te retorno. Beijos amore. Zedival Poeta


terça-feira, 19 de setembro de 2017






BALANÇA  MEU  BALANÇO

(Texto escrito por Mel, apenas melhorado pelo Poeta)

Na fazenda Bom Jesus em Serra Negra, tem uma área com arvores grandes e vários balanços para que os visitantes curtam momentos de lazer, ao sopro da brisa quando a tarde começa esquentar. Durante os dias que o Poeta esteve na fazenda, muitas atividades foram objeto de descontração, juntamente com Mel. Ela fazia de tudo para entreter o poeta e afastar de sua cabeça outro sentimento que não lhes deixava em paz(ele havia lhes confidenciado que seu coração andava atribulado). Numa dessas tardes, levou o poeta aos balanços.  Era cedo da tarde, por volta de 13;00 horas. Mel senta num balanço, e pede para que o poeta ficasse em pé segurando nas cordas, enquanto ela balançava. Foi um lazer total, nem quando criança o poeta havia experimentado tal experiência. Depois, ela pede para que ele sentasse no balanço, sentou no seu colo e começou o ritual de caricias. Carinhosamente ela o abraçava, beijava, acariciava todo seu corpo, enquanto com as pernas o poeta apenas dava um leve impulso no balanço. Tarde aconchegante, clima de serra em torno de 20º, ambiente convidativo ao amor. Foram aproximadamente três horas de caricias. Enquanto Mel, deixava o poeta em êxtase, ele  com muita malicia e ternura, acaricia seu corpo. Sussurrava nos ouvidos, fungava no pescoço, acariciava seus mamilos pequenos e durinhos, e de vez enquanto descia até o umbiguinho e a região pubiana, fazendo a Mel flutuar, gemer e soluçar. Não dava para ir além disso. 


A casa da fazenda ficava a vista. Quando o ocaso se aproximou, seguiram pra casa, onde Mel, serviu aquele café com pamonha, queijo, tapioca e outras coisas da região. Ela não tirava os olhos daquele que lhes causava frisson. Depois, de conversarem com D. Lucia (mãe de Mel), seguiram ao alpendre e foram continuar o aconchego na rede.  Não demora, por volta das 18:00, chega o Zeca (pai de Mel), que tinha trazido as vacas ao curral, e com uma chibata de coro, finge dá uma surra nos dois por baixo da rede. Depois abraça ambos por cima da rede, deseja felicidade e chora. Nesse momento o poeta se levanta em lagrimas com a cena, abraça o Zeca e agradece toda acolhida.- O poeta e Lucia são parentes próximo, foram  contemporâneos  em Barra de Santa Rosa e depois em Campina Grande, onde Lucia conheceu Zeca e se casaram, indo morar nas proximidades de Caruaru.- Zeca deixa os dois amantes a sós e vai com a Lucia. Ficaram na cozinha sem atrapalhar os amantes, que ferviam na rede.  Ora se balançavam, hora se abraçavam, se beijavam, se acariciavam, hora saiam correndo pelo grande alpendre como duas crianças. A cada corrida uma parada no para peito, e as vezes até bolavam no chão, num verdadeiro lazer, onde o principal ator, era o amor e presa, uma gazela sedenta e carinhosa, chamada MEL. 

O poeta muito precavido, não se deixou levar pelo momento e pela vontade da garota, e se absteve de ir as vias de fato, preservando sua forma original, de garota que jamais havia tocado num homem. Dias intensos de sedução frequentes, de fogo quente, onde aquela lareira transformava o poeta em brasa.  Ele se conteve e não se aproveitou da ingenuidade daquela que estava ali, toda pronta a ser sua mulher.  Passados os dias, o poeta viaja a Recife, deixando com ela e seus pais, o compromisso de voltar meses depois, para firmar seu compromisso, e selar o desejo de Mel. CASAR E FORMAR UMA FAMILIA.  – Mel/Zedival Poeta.


sexta-feira, 15 de setembro de 2017




UM RAIO
Dizem que um raio, não cai duas vezes no mesmo lugar. Eu posso afirmar que cai sim. Na minha vida, ele caiu duas vezes no mesmo lugar, e por sinal na mesma época, apenas em tempo diferente. O mais impressionante é que, o raio se deu da mesma forma e praticamente na mesma intensidade. O tempo foi o mesmo, a historia quase a mesma, os fatos que levaram a queda do raio, praticamente idênticos. Hoje estou relembrando o passado e me perguntando: será um carma?...logo comigo que tanto evito confrontos. Aff.. não sei como explicar, mais que os dois raios cairam, cairam no mesmo lugar sim. Agora resta esperar pra vê se a mesma historia vai se repetir.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017





VOU PASSAR AQUI, OS COMENTÁRIOS QUE IA FAZENDO NO MOMENTO DE MUITA EMOÇÃO, DEPOIS DE RECEBER ESSA PSICOGRAFIA, RICA É SABEDORIA POÉTICA.

caramba!... essa veio no ultimo suspiro. Nem eu entendi essa psicografia. Vou analisar com calma. Parece coisa de Augusto dos Anjos. (aqui ele falou; "parabéns conterrâneo, o mundo vai te admirar") . kkkkk.... foi ele sim!... que emoção, estou em lagrimas. Muito obrigado Augusto.
pensem num momento de emoção!.... estou lendo e relendo esse escrito acima. Foi psicografado e estou tão emocionado que não paro de chorar. Augusto do Anjos, que já me passou tantas outras composições sem que eu soubesse que era ele, me passou essa a poucos minutos. Ainda não entendi o porque, mas, com certeza não tardará e eles me mostrarão o que ela quer dizer e porque passou. Uma coisa é certa, ela tem uma relação direta com o POST. Esse mundo da espiritualidade é tão perfeito que nós somos podres para entende-lo. Senhor meu, dai-me paciência para viver nesse mundo tão sem amor. - Zedival Poeta

Estou lendo e analisando cada palavra, pra vê se consigo entender a quem ele dirige o texto e o poema. Ainda não entendi se é pra mim ou pra outra pessoa. Pra mim acho q não é pq juizo, humildade, paciência, e olhar com os olhos da razão, são minhas virtudes. Acho q a ultima estrofe é dirigida a mim. Caramba!... só os sábios, muito sábios, entendem de primeira uma psicografia como essa. Eu leio, analiso, reanaliso até entender o que eles passam. Vou passar só a poesia noutro arquivo e depois publico aqui. Essa é o supra sumo da sabedoria poética. Obrigado meu Senhor, nem mereço.

- Aos amigos que me acompanham, quero dividir esse momento de grande emoção. Ainda estou em lagrimas, tamanha foi a emoção de ouvir de alguém que já desencarnou a mais de 100 anos a seguinte frase: " parabénsconterrâneo, o mundo vai te admirar. ". Augusto eu nunca li uma obra sua, e vc está sempre me passando alguma coisa. Desculpe minha ingratidão. Obrigado por está sempre comigo.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017




MEL COM FORMIGA - Zedival Poeta

Toda historia tem alguns momentos de descontração bem picantes. Nossa historia teve o seu primeiro momento numa caminhada pela bela Serra Negra. Saímos cedo . Eu a Mel, o irmão dela com a mulher  e mais uma prima com o namorado. Pegamos uma trilha e fomos caminhando a distancia uns dos outros. Num determinado ponto, deixamos a trilha principal e a Mel, falou ao irão que ia me levar para conhecer os tanques naturais nos rochedos. Eles continuaram na trilha e nós pegamos outra. Chegamos aos tanques, tudo muito lindo. Tomamos água, e ensaiamos uns amassos.  Dai ela me puxou pelo braço e me levou a uma parte do rochedo bem no pé da subida, onde tem umas arvores grandes. No rochedo tem uma cavidade que até parece uma cama na vertical. Encostamos lá sem observar o formigueiro bem no pé das arvores. Começamos se abraçar, se beijar, se acariciar, e a temperatura foi aumentado. Encostei ela na cavidade do rochedo e fui sussurrando ao pé do ouvido e descendo ladeira abaixo.

 Ela foi enlouquecendo e começou me apalpar bem forte por toda parte. Nesse momento já estávamos embevecidos. Quando passei pelo umbiguinho ela já estava em êxtase. Desci mais e cheguei a região pubiana, ela já  estava sem controle, puxava meu cabelos, empurrava minha cabeça mais pra baixo, pedia mais e mais. Cheguei  finalmente ao ponto de encontro do amor, tirei a proteção da calcinha e rolou aquele sexo oral. Ela gritava, gemia, se esticava, tentava subir de costas no rochedo. Eu aguentava e fazia mais e mais. 

Quando percebi que ela havia se aquietado, e estava desfalecida, fui dá um beijinho e senti as formigas subindo na minha roupa e me ferrando por toda parte. Kkkkkk... gritei e ela se assustou, também estava cheia de formigas,  dai  começamos correr no rumo dos tanques, tiramos a roupa pra tirar as formigas, e estávamos todos ferrados. Kkkkk... riamos como loucos. Ainda bem que não apareceu ninguém. Refeitos e catadas cada formiga. Tomamos banho e rolamos pela parte plana do lajeiro, rindo e se amando. Ela não sabia o que fazer. Parecia querer ficar ali mesmo. Não tinha domínio próprio, estava extasiada, acabada, dominada pela energia do amor. Afinal era seu primeiro homem, nunca antes havia sido tocada. Tudo era novidade. Sexo oral então... vixi... só ouvia falar, nem sabia como acontecia. Doravante a garota enlouqueceu e até na rede do alpendre queria que fizesse, e até fiz uma vez, sem que despertasse a curiosidade dos familiares. (ainda bem que eles não tem acesso ao face. 

Apenas o Carlos, irmão dela entra vez ou outra, mas não é chegado em ficar bisbilhotando.  Ela só agora que fica na minha cola, também não era de acessar a rede, nem perfil tem ainda. ). Então, depois dos tanques retomamos a trilha, e o percurso que era pequeno se tornou distante. Dávamos alguns passos e ela se pendurava no meu pescoço beijando, me acariciando, me agarrando. Até parecia que aquele seria o único dia da sua vida. Quando chegamos a sede da fazenda, já estavam preocupados que tivéssemos pegado alguma trilha errada ou algo acontecido.  O Carlos com a cara de sem vergonha, chega perto da gente e fala assim: “ e ai cunhado, o lajeiro estava gostoso?...”  e disparou na risada como quem tivesse visto algo. Depois cheguei com ele, só nós dois e perguntei: “porque me perguntou aquilo?”... me respondeu: “... se fosse eu no seu lugar, ainda estava por lá. Valdinho ela te ama cara, não perde tempo ”.  Daí entendi que todos torciam pela nossa união.  Os dias que passei na fazenda foram de lazer completo. A Mel não me dava descanso nem pra dormir, queria saber tudo. Pegava água, fazia merenda, servia café, almoço, jantar, e até a toalha do banho ia deixar na porta do banheiro. Dava sinais de que queria tomar banho comigo, mas havia o respeito  mutuo aos familiares. 

Diante das circunstancias, a única solução acabou sendo mesmo a rede. Lá a gente se agarrava, se namorava e tentava ir as vias de fato por baixo do lençol. Se alguém desconfiava, também não atrapalhava.  Enquanto assistiam novela e filmes, nós fazíamos nossa fita. Pena que os dias formam poucos e tive de me mandar pra Recife onde fui procurar local para me instalar. - O resto vocês podem vê nos outros artigos já publicados, inclusive a historia da gravidez de risco, que ainda causa problemas. – Zedival Poeta.